sábado, 16 de agosto de 2008
Katinka ou Tinkebell, mais um monstro, descerebrado mas bípede
Já tenho dito, mesmo que nas entrelinhas, um pouco sobre pós-modernismo. Falar deste assunto implica em atirar críticas para todos os lados, por isso tento evitar. - Tento!
A Arte pós-moderna é uma das áreas que também não sabemos para onde está nos levando.
Suas prioridades são um cotidiano banalizado em detrimento da cultura; as apresentações ao invés de interpretações; a ironia à originalidade, priorizando o pastiche; é de fácil compreensão e não necessita de conhecimentos filósoficos e psicológicos para entendê-la; não é oposto ao público, do contrário, precisa causar, “impactar” a multidão; não faz críticas, prefere o cômico, embora seus artistas se dizem críticos.
Recentemente, no carnaval, a Viradouro tentou causar impacto através de um carro alegórico retratando centenas de judeus dizimados, com a figura de Hittler no topo. Para o autor aquilo era arte, dizia que com tais cenas iria chamar a atenção do público. Por que brincar com algo que causou tantos danos aos judeus e a humanidade? Não havia outra forma de chamar atenção sem precisar banalizar?
Não! Para os pós-modernistas o importante é chocar! A arte pós-moderna é vazia, banal, risonha, é antiarte! Seus artistas priorizam o uso de matéria viva ou morta, reproduzindo o sofrimento e a desgraça o mais próximo possível do real. Seus defensores argumentam que estão querendo chamar atenção para um problema social!
Algo assustador se verifica na arte atual: o horror! Produto do vazio intelectual de seus artistas. É o ignorante querendo ser erudito e representativo. Exemplos como o Guillermo Habacuc irão começar a surgir. - Um perigo!
Agora foi a vez de Tinkebell - ou Katinka - banalizar ainda mais o que já é banalizado - os maus tratos dispensados aos animais. Sua obra demoníaca foi criar um boneco feito de peles de cães e gatos. A justificativa se disfarça como sendo um protesto à procriação de animais através da manipulação genética. (Terra Notícias)
O ocorrido foi numa feira de arte em Roterdã, Holanda, um dos países, a exemplo da Suécia, que tem um rígido controle no que diz respeito à utilização de animais em pesquisas científicas. É muito raro algum cientista conseguir liberação legal para esse feito por lá. Mas parece que o mesmo não vale se for em nome da arte!
Katinka afirma que as peles são de animais mortos, atropelados em uma rodovia! - Restos de animais atropelados em rodovias são aproveitáveis? Pinscher* são mortos em rodovias com que freqüência?
Claro que alguma coisa estava errado! Pesquisando sobre, encontrei o site pessoal da “açougueira”. É um autêntico portfólio de um artista - com respeito aos artistas - pós-moderno, isto é, uma aberração em busca de atenção. Lá encontramos, por exemplo, Katinka vanglorindo-se por ter matado o próprio gato para transformá-lo em bolsa, ainda satiriza: “Não sabe o que fazer com o seu gato?” - Talvez saberíamos o que fazer com você…
Paro por aqui, não vou dizer que deveríamos ficar quietos porque chamar atenção é tudo que ela quer. De fato, causar alvoroço é o que deseja a arte pós-moderna. - A antiarte!
Mas não vejo que seria o melhor caminho ficarmos calados. Divulgar e possibilitar que outras pessoas tomem conhecimento dessas aberrações penso ser válido para refletirmos e não confundirmos Arte com Antiarte.
A Arte é um dos meios da humanidade avançar no que diz respeito à genericidade humana. Atentamos frente aos sujeitos que apresentam o discurso do liberal como sendo o “tudo posso”, legitimando como sendo cultura, arte, diversidade e direitos, todas as suas perversidades.
*Fotos que optei por não colocá-las aqui
http://www.logdemsn.com/2008/02/14/katinka...ado-mas-bipede/
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Vereadores ficaram até 135% mais ricos
PATRIMÔNIO DOS CANDIDATOS
Vereadores da Capital ficaram 135% mais ricos
Brasília. Parlamentares que disputam as eleições municipais deste ano enriqueceram, em média, 46,3% nos últimos dois anos, segundo levantamento divulgado ontem pela ONG (Organização Não-Governamental) Transparência Brasil. Entre as capitais brasileiras, a Câmara Municipal de Fortaleza teve a maior média de enriquecimento entre os vereadores pesquisados: 135%, de 2006 para 2008.
Os números são referentes à média da evolução do patrimônio declarado por 180 vereadores de capitais que foram candidatos em 2006 e 255 deputados federais, senadores ou deputados estaduais que disputam os cargos de prefeito ou vice-prefeito.
Segundo o levantamento, dos 709 vereadores em exercício nas câmaras municipais das capitais, 663 disputam a reeleição ou concorrem ao cargo de prefeito ou vice-prefeito. O patrimônio médio declarado por esses parlamentares é de R$ 377 mil. Outros 277 parlamentares do Senado, da Câmara Federal ou das assembléias legislativas se candidataram a prefeito ou a vice-prefeito.
Para fazer o levantamento, a ONG usou as declarações de bens que os candidatos são obrigados a fornecer à Justiça Eleitoral. A Transparência Brasil comparou os declarações apresentadas nas eleições de 2006 com as deste ano. A organização mantém um site na internet (www.transparencia.org.br), através do qual oferece ao cidadão o acesso a informações da vida pública dos parlamentares como forma de combate à corrupção.
Depois de Fortaleza, fica em segundo lugar na lista de capitais onde os vereadores mais enriqueceram a cidade de Boa Vista (Roraima), cujo patrimônio evoluiu 122% em média nos últimos dois anos. Na seqüência, em terceiro lugar, aparece a Câmara Municipal do Rio de Janeiro, onde os vereadores enriqueceram em média 108% no período.
O levantamento também registrou casos onde os vereadores tiveram redução do patrimônio. O caso de menor redução, em média, foi na Câmara Municipal de Campo Grande, onde os parlamentares reduziram em 23% o patrimônio.
O levantamento ainda comparou o patrimônio declarado pelos 663 vereadores que buscam a reeleição com a renda per capita de suas respectivas cidades. Com base no PIB (Produto Interno Bruto) per capita, os vereadores são, em média, 45,5 vezes mais ricos que a média da comunidade que estão representando.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa
Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa
Ou ainda pelos telefones: (21) 22420961 / 22733749.
terça-feira, 15 de julho de 2008
A alma dos animais (Voltaire)
segunda-feira, 14 de julho de 2008
A palavra Xará
Por que se diz "xará" para quem tem o mesmo nome?
Rodrigo Cavalcante
(Edineiton Pereira Tejo, Olinda, PE)
Se, pela pronúncia, você está desconfiado de que a palavra surgiu de alguma expressão indígena, acertou. "Ela tem origem na palavra sa rara, um derivado de se rera, ‘aquele que tem meu nome’, em tupi", diz o etimologista Cláudio Moreno, colunista da revista Mundo Estranho. O escritor gaúcho Deonísio da Silva, autor do livro A Vida Íntima das Palavras, lembra que, no sul do país, usa-se também a palavra tocaio com o mesmo significado. "Vem do espanhol tocayo que, por sua vez, tem origem na frase ritual latina que a noiva dizia ao noivo no Direito romano, quando a comitiva nupcial vinha buscá-la em casa: "Ubi ‘tu Caius’, ibi ego Caia (onde fores chamado Caio, ali eu serei Caia)". Por transmitir a idéia de que a noiva, ao se casar, passa a ter o mesmo nome do noivo, a palavra passou a ser usada como sinônimo de xará.
http://super.abril.com.br/superarquivo/2003/conteudo_275127.shtml
sábado, 12 de julho de 2008
Briga entre Justiças - Arnaldo Jabor
Há várias justiças brigando no ar.
A Justiça da Policia Federal, que vive na guerra.
A Justiça da opinião pública, pálida de indignação.
E a Justiça do Supremo Tribunal voando com capas pretas acima de nós.
Tivemos 7 constituições em nossa história mudadas por conveniências políticas:
Império, República, Revolução de 30, Estado Novo, 46, Ditadura Militar e redemocratização.
Mas o privilégio penal se manteve intacto.
Mesmo que a letra da lei esteja sendo obedecida, esta lei mantém sim os pobres em cana e libera poderosos.
Se houvessem penas certeiras, se assassino que mata namorada com 2 tiros fosse preso, Se ladrões com crimes documentados perseguidos até por tribunais da Europa estivessem no Xadrez a policia não precisava preencher os buracos da impunidade respondendo a uma fome de justiça da população.
Eu não me esqueço daquela mulher que roubou a margarina e ficou presa mais de 1 ano
O Ministro segue a letra da lei, mas a letra da Lei não pode ser um epitáfio num tumulo.
Em vez de se preocupar com os excessos da Polícia Federal ou de jovens juizes O supremo devia se preocupar com a velhice de nossas execuções penais
Essa crise é boa, finalmente o tumor do absurdo nacional está se rompendo.
Arnaldo Jabor
Vídeo da Coluna: http://jg.globo.com/JGlobo/0,19125,VTJ0-2742-20080711-325456,00.html
